Enquanto o governo se preocupa em arrumar mais espaço para os vinhos nacionais nas prateleiras dos supermercados (AQUI) e favorecer a indústria nacional (usando o bolso do consumidor, é claro), outros setores padecem.
Mais uma vez ocorreram problemas no setor de energia. Desta vez, foi a região nordeste e centro-oeste que ficou sem energia. Segundo o Estadão (AQUI):
Este ano, já foram 63 cortes. Só entre os dias 15 de setembro e 15 de outubro, foram 14 desligamentos em várias regiões - na média, significa quase um corte a cada dois dias. Em 2011, no mesmo período, foram nove apagões e todos bem menores. Em termos de volume de energia desligada, os blecautes dos últimos 30 dias foram 153% maiores que os de 2011.
O planejamento de longo prazo parece ser o calcanhar de Aquiles dos últimos governos. Incluindo, FHC e Lula, é claro (me julguem!). Dois pontos parecem ficar de lado quando tratamos das políticas públicas no Brasil: infra-estrutura e educação.
Estes são os dois componentes que mais encarecem o Brasil, são difíceis de contornar no curto prazo e não parecem ser estar na pauta dos políticos preocupados com as eleições. Como diria o Vanucci: "2014 é logo ali". Eles já estão se articulandopara as próximas eleições.
Ah, mas tem um pessoal que já temia o apagão faz uma semana. Por outros motivos, é claro:
PS: isso foi uma mantegadinha?





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