Vem aí mais uma rodada de aumento de combustíveis. A segunda em menos de um mês. Só que desta vez não vai ter CIDE para compensar, o consumidor vai ter que "emtubar" o aumento de preços.
A elevação do diesel tem efeitos que se distribuem com muita facilidade pela cadeia produtiva. Ele eleva o custo de transporte de cargas. Ou seja, afeta praticamente todos os produtos e fretes.
Não vai ter política fiscal pra amortecer esse aumento de preços. Quem acompanha o blog já imaginava que isso fosse acontecer. Eu já havia levantado essa bola AQUUI e AQUI.
É bom acertar de vez em quando.





3 comentários:
Cristiano,
realmente a criatividade fiscal para conter a inflação também tem seus limites ("zero lower bound"!). A inflação ainda me preocupa.
Gostaria de saber a sua opinião sobre meu último post:
http://econapproach.blogspot.com
Cordialmente,
João,
achei o post muito bom. Com certeza parte da queda da inflação foi efeito de queda de preços das commodities agrícolas e do petróleo.
Abs
Cristiano
Cristiano,
obrigado!
Como o Gustavo Franco escreveu na entrevista ao Adolfo Sachsida:
"O governo anda usando muitos recursos incomuns para lidar com a inflação; o mais eficaz, na minha opinião, foi a sorte."
Abs,
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