Enquanto o Brasil julgou constitucional o uso de cotas raciais nas universidades públcias brasileiras, quatro grupos de asian-americans entraram na justiça americana pedindo o fim do uso da etnicidade nos porcessos seletivos das univerisdades.
O argumento é simples. Na medida que a entrada é feita usando-se a informação da raça/etnicidade/cor, abre-se a possibilidade de que um grupo seja preterido a outro. No caso dos asian-americans eles argumentam que se somente os critérios acadêmcios fossem usados, eles teriam mais chances de entrar.
Ou seja, estão sendo discriminados por serem de origem asiática.
O debate promete ir longe, e acho que serve para renovar a discussão sobre cotas nos EUA. Leia a reportagem completa AQUI.
PS: Talvez esse tipo de argumento apareça por aqui daqui uns 15 ou 20 anos...





2 comentários:
Olá Cristiano, tudo bem?
Em primeiro lugar, eu gostaria de dar parabéns pelo trabalho que você tem feito no blog. Eu sempre o acompanho.
A respeito da questão das cotas e dos asiáticos nos EUA, eu acho justo o questionamento que esse grupo fez por lá. No caso do Brasil, talvez não seja correto afirmar que esse argumento ainda irá aparecer aqui daqui uns anos: na verdade, ele já está aqui. O processo que gerou toda a discussão das cotas raciais foi aberta por um estudante branco que, como os asiáticos que você menciona, sentiu-se preterido no vestibular em função da cor/raça/etnia (ou qualquer outra palavra que se queira usar). Ao que tudo indica, essa discussão já está encerrada pelo STF. Infelizmente, a meu ver. Mas vamos ver a repercussão que esse debate terá nos Estados Unidos.
Um grande abraço!
O debate sobre cotas raciais está muito mais avançado nos EUA do que no Brasil. O estado de Washington já julgou um processo, na qual, declarou inconstitucional a política de cotas raciais. Inclusive, esse processo tem sido usado como exemplo para outros processos em outros estados.
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