Escrevi um artigo para a Folha de São Paulo e foi publicado ontem. O artigo aborda um tema que já havia sido discutido aqui no blog neste post AQUI.
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| Folha de São Paulo - 31/01/2012 Clique para ampliar. |
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5 comentários:
Concordo apenas em parte com a linha-mestra do artigo. O cidadão ser obrigado a se endividar para se educar, ter assistência em caso de doença, ou ter moradia digna não é um erro tão absurdo assim.
Países desenvolvidos como França e o Reino Unido conseguiram, por que os EUA não?
Claro que nesse bolo existem os inconsequentes, mas não concordo que seja 99%.
Abraços e parabéns pelo blog.
Obrigado Flávio,
Abraço,
Cristiano
Aqui esta mais facil de ler:
http://www.imil.org.br/artigos/99-inconsequentes/
Em termos puramente econômicos o raciocínio está perfeito. Porém, tenho dúvidas em termos jurídicos e morais. Afinal, como podemos repreender alguém que investiu em educação se o Estado não foi capaz de manter um ambiente institucional e econômico de emprego?
Banco, quando quebra, recebe ajuda do governo porque banco não pode quebrar. E as vítimas da irresponsabilidade política, do mau governo, da falta de regulação...?
Bom seria se no Brasil as pessoas fizessem movimentos espontâneos como esse...
Países desenvolvidos como França e o Reino Unido conseguiram, por que os EUA não?
Claro que nesse bolo existem os inconsequentes, mas não concordo que seja hgh 99%.
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