O mês de Março trouxe a primeira deflação anual americana desde 1955. Seria muito difícil imaginar um cenário desses em Julho do ano passado, quando os preços dos combustíveis e das commodities estavam subindo sem parar.
A crise financeira veio, e com ela a decisão de diminuir o consumo. O consumo representa cerca de 75% do PIB americano. Quando o consumo cai de maneira exógena, seja por um choque de expectativas quanto à renda futura ou de preferências, o resultado é uma queda de produto e uma queda de preços no curto prazo.
Para aqueles que estavam mais otimistas quando ao fim da crise (incluindo este que vos escreve) fica o aviso. Os preços estão em declínio, assim como o consumo e a produção industrial. O ponto de reversão pode ser o mês de Abril, mas fica difícil saber como os números virão sem uma análise mais profunda dos impactos dos pacotes econômicos.
É esperar para ver...
PS: Link para os dados da inflação americana AQUI.
A crise financeira veio, e com ela a decisão de diminuir o consumo. O consumo representa cerca de 75% do PIB americano. Quando o consumo cai de maneira exógena, seja por um choque de expectativas quanto à renda futura ou de preferências, o resultado é uma queda de produto e uma queda de preços no curto prazo.
Para aqueles que estavam mais otimistas quando ao fim da crise (incluindo este que vos escreve) fica o aviso. Os preços estão em declínio, assim como o consumo e a produção industrial. O ponto de reversão pode ser o mês de Abril, mas fica difícil saber como os números virão sem uma análise mais profunda dos impactos dos pacotes econômicos.
É esperar para ver...
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