Direto da Folha:
A produção industrial do país caiu pelo segundo mês consecutivo e teve desaceleração de 5,2% em novembro frente ao mês anterior, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da maior queda desde maio de 1995. Em outubro, a queda foi de 2,8% (antes da revisão, era 1,7%). Nesses dois meses, a queda acumulada é de 7,9%.
Em relação a novembro do ano passado, foi verificada queda de 6,2%, interrompendo um ciclo de 28 altas consecutivas nesse dado comparativo - é a maior queda desde dezembro de 2001 (-6,4%).
Pelo índice de difusão, o IBGE verificou que 64% dos 755 produtos investigados apresentaram queda em novembro, nível recorde desde que esse índice começou a ser investigado, em janeiro de 2003.
O índice de difusão é importante, pois ele apresenta a profundidade da redução da atividade industrial. Se somente um setor cai muito, isso não apresenta um grande problema. Mas quando 64% dos produtos pesquisados apresentam queda de produção é porque a crise já afeta muitos setores.
Vale lembrar também que a queda de 2001 foi a do 11 de Setembro. Um choque bem diferente do atual, que tem características mais duradouras. Em 2001, todo mundo parou, respirou fundo e continuou. Agora, todo mundo esta poupando o ar porque ele pode faltar daqui a pouco...
O que o pessoal do mercado está estimando é simples. Com a produção em queda, e sinais de deflação não há motivos para não reduzir os juros, que devem cair em 0.5 p.p. na próxima reunião do COPOM. No agregado de 2008, a economia cresce forte. Mas o último trimestre será de queda. Direto do Estadão:
O economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, ainda não revisou sua projeção de queda de 1,0% do PIB no último trimestre de 2008, mas já considera que "talvez fique mais perto de queda de 1,5%".
"Não dá para dizer que o pior já passou... A perspectiva para o início deste ano ainda é bem fraca, apesar de não podermos tomar novembro como base", avalia Neto, do Schahin.
É, quando todo mundo voltar do Carnaval o estrago já estará feito...
A produção industrial do país caiu pelo segundo mês consecutivo e teve desaceleração de 5,2% em novembro frente ao mês anterior, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da maior queda desde maio de 1995. Em outubro, a queda foi de 2,8% (antes da revisão, era 1,7%). Nesses dois meses, a queda acumulada é de 7,9%.
Em relação a novembro do ano passado, foi verificada queda de 6,2%, interrompendo um ciclo de 28 altas consecutivas nesse dado comparativo - é a maior queda desde dezembro de 2001 (-6,4%).
Pelo índice de difusão, o IBGE verificou que 64% dos 755 produtos investigados apresentaram queda em novembro, nível recorde desde que esse índice começou a ser investigado, em janeiro de 2003.
O índice de difusão é importante, pois ele apresenta a profundidade da redução da atividade industrial. Se somente um setor cai muito, isso não apresenta um grande problema. Mas quando 64% dos produtos pesquisados apresentam queda de produção é porque a crise já afeta muitos setores.
Vale lembrar também que a queda de 2001 foi a do 11 de Setembro. Um choque bem diferente do atual, que tem características mais duradouras. Em 2001, todo mundo parou, respirou fundo e continuou. Agora, todo mundo esta poupando o ar porque ele pode faltar daqui a pouco...
O que o pessoal do mercado está estimando é simples. Com a produção em queda, e sinais de deflação não há motivos para não reduzir os juros, que devem cair em 0.5 p.p. na próxima reunião do COPOM. No agregado de 2008, a economia cresce forte. Mas o último trimestre será de queda. Direto do Estadão:
O economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, ainda não revisou sua projeção de queda de 1,0% do PIB no último trimestre de 2008, mas já considera que "talvez fique mais perto de queda de 1,5%".
"Não dá para dizer que o pior já passou... A perspectiva para o início deste ano ainda é bem fraca, apesar de não podermos tomar novembro como base", avalia Neto, do Schahin.
É, quando todo mundo voltar do Carnaval o estrago já estará feito...




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