O seu time não tem estádio? Joga no estádio da prefeitura? Uhm, interessante. Este é um bom debate econômico. A pergunta seria esta: Será que para as prefeituras é lucrativo ter um estádio? Será que o seu imposto é bem investido ao dar subsídios para a contrução de estádios públicos? Fique atento, vem aí a Copa de 2014 e com certeza governantes vão propor a criação de estádios.

Os dados do site da CBF mostram o seguinte para o atual campeonato brasileiro (ao fim do primeiro turno). Os cinco estádios com maior média de público são, nessa ordem, Olímpico, Maracanã, Beira-Rio, Couto Pereira e Ilha do Retiro. Somente o Maracanã é público.
Já em arrecadação média a ordem é: Olímpico, Palestra Itália, Maracanã, Couto Pereira e Kyocera Arena. Novamente, o único estádio público é o Maracanã. Claramente, a torcida do Flamengo puxa a média do estádio - usado também pelo Fluminense, e algumas vezes por Vasco e Botafogo - para cima. Esses dados também não contam os jogos no Pacaembú, que são na Série B.
Nota-se, portanto, que a propriedade do estádio é um importante fator gerador de renda para o clube. Seria também uma boa fonte de recursos para prefeituras?
É óbvio que somente a arrecadação não é um bom indicador, mas dá uma idéia de volume de recursos transacionados. E o objetivo para a prefeitura são os impostos arrecadados. Claramente um estádio gira muitos recursos.
A evidência empírica, porém, aponta contra os subsídos à times e estádios. Pelo menos é o que diz esse artigo AQUI:
An analysis of taxable sales in Florida cities demonstrates that none of the 6 new franchises or 8 new stadiums and arenas in the state since 1980 have resulted in a statistically significant increase in taxable sales in the host metropolitan area.
Interessante, não?
Leia o artigo clicando AQUI.

Os dados do site da CBF mostram o seguinte para o atual campeonato brasileiro (ao fim do primeiro turno). Os cinco estádios com maior média de público são, nessa ordem, Olímpico, Maracanã, Beira-Rio, Couto Pereira e Ilha do Retiro. Somente o Maracanã é público.
Já em arrecadação média a ordem é: Olímpico, Palestra Itália, Maracanã, Couto Pereira e Kyocera Arena. Novamente, o único estádio público é o Maracanã. Claramente, a torcida do Flamengo puxa a média do estádio - usado também pelo Fluminense, e algumas vezes por Vasco e Botafogo - para cima. Esses dados também não contam os jogos no Pacaembú, que são na Série B.
Nota-se, portanto, que a propriedade do estádio é um importante fator gerador de renda para o clube. Seria também uma boa fonte de recursos para prefeituras?
É óbvio que somente a arrecadação não é um bom indicador, mas dá uma idéia de volume de recursos transacionados. E o objetivo para a prefeitura são os impostos arrecadados. Claramente um estádio gira muitos recursos.
A evidência empírica, porém, aponta contra os subsídos à times e estádios. Pelo menos é o que diz esse artigo AQUI:
An analysis of taxable sales in Florida cities demonstrates that none of the 6 new franchises or 8 new stadiums and arenas in the state since 1980 have resulted in a statistically significant increase in taxable sales in the host metropolitan area.
Interessante, não?
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2 comentários:
Dizer o que do engenhão então, construído com recurso público e com uma concessão muito da mal explicada para o botafogo.
Clubes devem ter seu estádio, pois o sonho da casa própria é inerente a qualquer um, ter a sau referência, onde estacionar, onde assisitir o jogo e coisas assim são importantes para fidelizar o torcedor.
Já que tocaste no assunto deixo a sugestão para uma analise economica que é a seguinte:
o gfpa manda suas partidas em casa aso domingo (só joga 2 vezes no meio de semana) assim como o Flamengo, já o colorado manda suas partidas em casa no meio de semana jogando fora aos domingos.
Esta situação repeta a do ano passado. Sabendo-se que a média de público é muito maior nos finais de semana não estaria o clube dos 13 (dirigido pelo koff) nos impondo um prejuízo.
Abraço
andré
É verdade, o calendário influencia. Se não me engano o Corinthians jogou os primeiros trinta dias da Série B sem sair do estado de São Paulo.
Confesso que os dados não são os melhores, por todas essas distorções. Mas foi o que eu achei com certa rapidez...
Falou
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