É sabido que o cinema brasileiro vive do financiamento público. Os recursos vêm da chamada Lei do Audiovisual. Acontece que essa lei deixará de existir a partir de 2010. A solução encontrada pelos cineastas foi adotar um conceito econômico simples: economias de escala. O diretor Paulo Pons explicou ao ClicRBS:
"A média de longas no Brasil chegou a R$ 2,5 milhões. Vingança custou R$ 80 mil por fazer parte de um projeto de quatro longas que tinham o mesmo valor. É difícil comparar com outros filmes, como os de Gramado, por exemplo, que custam entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões. É muito absurda a diferença."
Eles juntaram 4 projetos e economizaram recursos. Seguindo o raciocínio ele afirma:
"Começamos com R$ 80 mil porque queríamos quebrar esse paradigma do financiamento, coisa que torna cada vez mais excludente e complicado o fazer cinema no Brasil. A tendência é que todo esse sistema de financiamento caia. A própria Lei do Audiovisual está prevista para acabar em 2010. E daí, como é que se vai fazer cinema no Brasil?"
Leia a entrevista completa clicando AQUI.
"A média de longas no Brasil chegou a R$ 2,5 milhões. Vingança custou R$ 80 mil por fazer parte de um projeto de quatro longas que tinham o mesmo valor. É difícil comparar com outros filmes, como os de Gramado, por exemplo, que custam entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões. É muito absurda a diferença."
Eles juntaram 4 projetos e economizaram recursos. Seguindo o raciocínio ele afirma:
"Começamos com R$ 80 mil porque queríamos quebrar esse paradigma do financiamento, coisa que torna cada vez mais excludente e complicado o fazer cinema no Brasil. A tendência é que todo esse sistema de financiamento caia. A própria Lei do Audiovisual está prevista para acabar em 2010. E daí, como é que se vai fazer cinema no Brasil?"
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